05 julho 2013

Um carinho especial e pedido de paciência.

Meus queridos amigos e amigas, retornei a pouco mais de uma semana ao blogue estou verificando todos os pedidos de atividades e postagens e peço um pouco de paciência de todos, para que eu possa com calma ler e responder a todas as perguntas. Estarei anotando os e-mails e respondendo com todo carinho. Na próxima semana teremos novas questões e postagens interessantes sobre o desenvolvimento infantil. Mil bjs e bom fim de semana a todos.

17 outubro 2011

Educando para a vida.



Após algum tempo sumida do blogger resolvi reaparecer com mais um texto, ou melhor, reaparecer com mais textos e participação semanal respondendo as questões de dúvidas.

Creio que o tema é muito interessante e lanço aqui uma questão bem cotidiana.
Educar... palavra bonita usada por muitas pessoas em nosso dia-a-dia mas aí vem a real questão e dúvida sobre tão bela palavra.... quem educa??? como se educa??? o que realmente é educar???
Muitas vezes em nosso cotidiano nos vemos com diversos dilemas ligados a educação.
Mas educar não é somente inserir conteúdos e moldar indivíduos para que possam ser como achamos que eles devem ser.
Educar é bem mais além que moldes, palavras, ações, e conteúdos inseridos.
Mas tropeçamos em frases do tipo...

Quem tem que educar é o professor!!!
ou
A educação vem de casa!!!
ou até mesmo ...
Eduquem essa criança para ela aprender a viver!

Interessante não???
Será mesmo que educar deve ser uma palavra tão singular e ao mesmo tempo tão complexa a ponto de não definirmos coerentemente o que ela significa para nossas vidas e para as dos nossos alunos?
Creio que tais dúvidas vem do início dos tempos onde educar era papel do escravo que cuidava dos filhos dos senhores e das tutoras que os visitavam para lhes ensinarem as letras.
Pois bem, os pais se eximiam disso pois achavam que a criança bem educada era a réplica perfeita de um adulto culto e disciplinado.
Os dias mudaram mas ainda hoje nos deparamos com pais e mestres que jogam a tarefa de educar para o alto e empurram uns para os outros tal compromisso social e pessoal.
Educação deve começar em casa e ser desenvolvida ao longo da vida com o meio social, a escola e com a vida em si.
Educar não é tarefa única de pais nem de mestres mas sim de ambos. Não devemos moldar nossas crianças para serem o que queremos que elas sejam, não devemos nos espelhar nelas e esperar delas o que não conseguimos ser. Enfim cada ser humano é único e merece respeito em sua criação desde a infância, sendo necessário que haja um consenso entre os adultos que o amparam e educam para que essa criança venha a ser completada com a vida, com os afazeres do mundo e com a realização dos seus próprios desejos.
Então, quando falarmos em educar ou em educação aqui nesse blogger focaremos o indivíduo e não focaremos em culpas, moldes,ou deveres.
Devemos então debater e perceber que o indivíduo é um mistério e que cada ser é único, digno de desejos e realizações, cheios de sonhos e neuras, que merece bem mais que palavras ou ações, merece ser educado para a vida onde somente ele será o astro principal.

Pensem nisso!!!

Educar = amor + respeito + conhecimento e liberdade.

19 fevereiro 2011

Artigos Importantes

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO CONTEXTO ESCOLAR

Há muito tempo a educação nos mostra a necessidade da criatividade do educador para alcançar objetivos simples em suas aulas atuais.
Infelizmente foi deixado para trás o lúdico que em muitos casos é inserido nas aulas através de brincadeiras e contos com fundo moral. Isso mesmo, contos: aqueles que na nossa infância nos encantaram e nos tornaram livres a fim de caracterizar nosso comportamento conforme aquele personagem em especial que admirávamos.
Seria de suma importância utilizar desse mundo tão mágico e antiquado para ser um diferencial educacional atual.
Vemos em muitos momentos a fantasia adentrar nossa sala de aula de forma violenta devido ao que vivenciamos através da TV, as crianças tentam se igualar aos personagens atuais de sucesso e infelizmente não há nenhuma outra mensagem além de violência sem punição nos desenhos e filmes direcionados para as crianças de 5 a 12 anos.
A devida importância do lúdico, da utilização de fantoches, brincadeiras menos violentas, textos menos forçados ao racismo e preconceito, enfim, percebemos que o mundo e seus hábitos moldam gerações e cabe a nós educadores sermos um diferencial para que essa magia não se perca e para que voltemos ao tempo da vovó, onde um conto moldava a personalidade, ajudava no crescimento psicológico e condicionava a criança a pensar com o coração e não com o egocentrismo explícito de hoje em dia.
Neste artigo entenderemos um pouco melhor a importância de educarmos nossos alunos baseados na ludicidade existente nos contos, nas fábulas, nas brincadeiras, enfim, a necessidade de reinserirmos em sala de aula tais metodologias diferenciadas a fim de gerarmos cidadãos pensantes e menos violentos.

ENTENDENDO MELHOR OS CONTOS E AS FÁBULAS E COMO PODEMOS UTILIZÁ-LOS PARA EDUCAR.

Os contos tradicionais são histórias que foram sendo transmitidas oralmente ao longo das gerações, sem que se saiba ao certo quem as criou. Muitos deles ficaram conhecidos no mundo todo graças às versões escritas pelos irmãos Grimm e por Hans Christian Andersen, entre outros. Assim como as parlendas, as cantigas, as quadrinhas e os trava-línguas, essas histórias foram sendo contadas e recontadas, se espalhando por muitos países.

As fábulas são pequenas histórias escritas com a intenção de transmitir algum ensinamento sobre a vida, ou o que se chama "lição de moral". No final de muitas delas o autor coloca uma frase que resume a lição. Você pode ter ouvido algumas dessas frases, que são bem conhecidas, como por exemplo: "Quem com ferro fere, com ferro será ferido".
A maior parte das fábulas mostra situações típicas do dia-a-dia dos seres humanos, mas vividas por animais. Os mais famosos fabulistas (autores de fábulas) foram: Esopo (Grécia, 600 a.C.) e La Fontaine (França, século 18). No Brasil, Monteiro Lobato (século 20), reescreveu muitas delas; nos dias de hoje, o mesmo foi feito por Millor Fernandes.

As lendas e os mitos também são histórias sem autoria conhecida. Foram criadas por povos de diferentes lugares e épocas para explicar fatos como o surgimento da Terra e dos seres humanos, do dia e da noite e de outros fenômenos da natureza. Também falam de heróis, heroínas, deuses, deusas, monstros e outros seres fantásticos.
Em sala de aula podemos utilizar esses contos, lendas, mitos e/ou fábulas a fim de encantar e educar nossos alunos, trazendo para o mundo escolar personagens com comportamentos e trejeitos que ajudam na inclusão, no desenvolvimento e na criatividade de nossas crianças.
Na escola de ensino fundamental a criatividade é desenvolvida de forma um tanto podada e deixa o aluno moldado a reproduções contemporâneas um tanto sem significado para eles. Com isso vemos a necessidade de inserir no meio escolar o lúdico a fim de ajudar o aluno tanto no seu desenvolvimento, na aprendizagem quanto na descoberta de si mesmo.
Após tal conclusão percebemos novas reflexões que nos remetem as concepções sobre o lúdico e a psicopedagogia.

REFLEXÕES SOBRE O LÚDICO E A NECESSIDADE PSICOPEDAGOGICA DE SUA UTILIZAÇÃO EM SALA DE AULA PELO EDUCADOR.

Segundo Brougére e Henriot, o jogo caracteriza-se por constituír-se de um sistema de regras, do uso de determinado tipo de objeto e também do contexto social em que este se apresenta. Já o brinquedo, em contraposição ao jogo, não pressupõe a utilização de regras e enquanto objeto, é sempre um suporte para a brincadeira, sendo que esta, nada mais é do que o lúdico em ação.
Criança, jogo e brincadeira estão intrinsecamente interligados, no entanto, o nosso sistema escolar não percebe essa interligação e cerceia a criança das suas necessidades de movimento, expressão e de construção de seu conhecimento a partir do seu próprio corpo. Apesar de estar inserida neste meio, a escola precisa perceber a criança como um ser em constante desenvolvimento.
Apesar disso as crianças encontram sempre um jeito de fazer o que mais gostam, que é brincar. Esse brincar se manifesta das mais variadas formas, até mesmo, sob a forma de brigas e intrigas aparentes.
A ação de educar não pode restringir-se à simples preocupação com as estruturas mentais, mas também com a expressão do corpo em sua totalidade. Se educar é libertar, então, os processos que regem esta ação educativa devem fornecer subsídios para que tal idéia se concretize.
A intervenção psicopedagógica introduziu uma contribuição mais rica no enfoque da Pedagogia. O processo de aprendizagem da criança é compreendido como um processo pluricausal, abrangente, implicando componentes de vários eixos de estruturação: afetivos, cognitivos, motores, sociais, econômicos, políticos etc. O processo de aprendizagem, bem como suas dificuldades, deixa de focalizar somente o aluno e o professor isoladamente e passa a ser visto como um processo de interações entre ambas as partes com inúmeras variáveis que precisam ser apreendidas com bastante cuidado pelo professor e psicopedagogo.
Pensando nisso que podemos dizer que uma das formas de trabalho psicopedagógico é fazendo uso do lúdico, quer seja no diagnóstico, quer seja no tratamento. No diagnóstico, a atividade lúdica é um rico instrumento de investigação clínica, pois permite ao sujeito expressar-se livre e prazerosamente. Por esse motivo e para ajudar na identificação de problemas de aprendizagem que a utilização do lúdico em sala de aula é importante e indicado. Com tal utilização percebemos os pontos positivos desde a creche até o ensino médio.
Através do brincar, do lúdico e do desenho podemos identificar características ímpares de cada indivíduo, estabelecendo uma estreita, mas importante ligação entre professor/aluno.
Contudo, o professor regente de sala deve estar preparado e saber exatamente como aplicar tais atividades a fim de ajudar e desenvolver seu aluno de forma positiva. Ele deve estar a par das metodologias, técnicas e tipos de meios que pode utilizar para que tal ludicidade traga a escola e ao aluno benefícios concretos.
O uso de brinquedos e jogos como materiais pedagógicos, do ponto de vista da psicopedagogia, necessita da percepção do contexto em que se encontram inseridos. Estes instrumentos não são objetos que trazem em seu bojo, um saber pronto e acabado. Ao contrário, eles são objetos que trazem um saber em potencial, que pode ser ou não ativado pelo aluno.
É nesse contexto que afirmamos que jogar e aprender caminham paralelamente na psicopedagogia e, posssibilitam-nos, através da hora lúdica ou hora do jogo, observar prazeres, frustrações, desejos, enfim, podemos trabalhar com o erro e articular a construção do conhecimento.
O material pedagógico não deve ser visto como um objeto estático sempre igual para todos os sujeitos, pois, trata-se de um instrumento dinâmico que se altera em função da cadeia simbólica e imaginária do aluno.
O jogo é considerado como um preparo da criança para a vida adulta. Brincando, a criança aprende, e aprende de uma forma prazerosa. O ato de brincar constitui-se numa característica universal, independente de épocas ou civilizações.
A partir da vivência com o lúdico, as crianças podem recriar sua visão de mundo e o seu modo de agir.
Existem diversos tipos de jogos e cada um deles trabalha um ponto principal na criança, cabe ao professor estabelecer o objetivo a ser trabalhado para que saiba escolher o melhor meio para que alcance tal objetivo com sucesso.
Com eles trabalhamos a ansiedade, os sentimentos, a capacidade de atenção, de concentração, as relações interpessoais, a auto-estima, e, conseqüentemente, a aprendizagem. Através dos jogos competitivos e com a aplicação das regras, os limites podem ser revistos e as crianças desenvolvem conceitos de respeito e regras, tudo isso de uma maneira prazerosa. O lúdico proporciona à criança experiências novas, na medida em que esta erra, acerta, reconhecendo-se como capaz; desenvolvendo sua organização espacial e ampliando seu raciocínio lógico na medida que exige estratégias de planejamento e estimula a criatividade.
É desta forma que a criança constrói um espaço de experimentação, de transição entre o mundo interno e o externo. Neste espaço transicional, dá-se a aprendizagem tão esperada e desejada pelo educador.
O educador contudo, deve explorar ao máximo os conhecimentos individuais de cada aluno não menosprezando-os e com isso escolhendo o método adequado para que haja o desenvolvimento e a aprendizagem esperada com tal tarefa.
Trabalhar psicopedagogicamente em sala de aula se faz necessário se percebermos que o psicopedagogo constrói o seu trabalho, visando a diminuição dos problemas de aprendizagem e do fracasso escolar.
Pensando nisso que todo educador deve ser um pouco psicopedagogo e perceber que há todo um contexto de múltiplas interações na escola onde as atividades lúdicas devem ser utilizadas a fim de diagnosticar determinados comportamentos do aluno. Através dessas atividades que as crianças e adolescentes revelam aspectos que não aparecem em situações mais formais do dia-a-dia.
O material a ser utilizado em tais atividades deve ser muito bem selecionado de acordo com os objetivos específicos do trabalho, da idade das crianças, do tempo disponível e, é importante estar atento para que esse material funcione como um atrativo pelo seu possível uso (colorir, escrever, modelar, construir, pregar, colar, prender, juntar), tendo em vista a construção do conhecimento e do saber por parte da criança.
Fica, portanto, evidenciado a essencialidade do lúdico no ensino/aprendizagem e da necessidade de inserção desses métodos e saberes em sala de aula, seja na educação infantil, no ensino fundamental e em muitos casos até mesmo no ensino médio.

"O VERDADEIRO EDUCADOR É AQUELE QUE OLHA ALÉM DO OLHAR FÍSICO E PERCEBE QUE BEM MAIS QUE CRIANÇAS, HUMANAS É O QUE SÃO."

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

• Alfabetização : livro do aluno / Contos, Fábulas e Mitos. Ana Rosa Abreu ... [et al.] Brasília : FUNDESCOLA/SEFMEC, 2000.Escola Ativa.


• Artigo: O LÚDICO E A PSICOPEDAGOGIA, Autora: Adilma Souza Santos. Fonte: Google.


• Dificuldades de aprendizagem e intervenção Psicopedagógica/ Jesus-Nicásio García Sánchez; trad. Ernani Rosa. – Porto Alegre: Artmed,2004.


• O conto de fadas: símbolos mitos arquétipos / Nelly Novaes Coelho. – São Paulo: DCL, 2003.

20 fevereiro 2010

Retomando as atividades em 2010




Boa tarde a todos, espero que o ano de 2009 tenha sido proveitoso a todos.
Que 2010 traga para todos nós mais sabedoria e desafios para que possamos na nossa busca pelo saber compreender melhor nossos alunos e nossa função como educadores.
Estou me familiarizando com as questões e dúvidas de todos e responderei seus comentários tanto particularmente, enviando questões para seus e-mails quanto no blog com sugestões didáticas e pessoais sobre os assuntos questionados.
Assim que eu puder publicarei sobre cada assunto solicitado.
Aguardem em breve as publicações e continuem suas buscas, isso nos torna diferentes e únicos.

Até breve.

06 outubro 2009

Psicologia Social e Dinâmicas de grupo.




Um tema pouco abordado e de importância incrível é o que tange o uso da Psiologia social associada a dinâmicas de grupo com finalidade de auxilio em determinadas situações do cotidiano.
Alguns livros podem nos auxiliar nessa dificil tarefa de "educar" para a vida, para o meio social.

São eles:

# Jogos dirigidos para grupos, recreação e aulas de educação física.(Silvino José Fritzen)
# Jogos de Cintura 6ª edição ( José Luiz Fazzi, Juarez Tarcisio Dayrell)
# Dinâmica de grupo e relações humanas (Silvino José Fritzen)
# Exercícios práticos de dinâmica de grupo e de relações humanas.(Silvino José Fritzen 4º Volume.)
# Técnicas pedagógicas de dinâmica de grupo (Celso Antunes).

Algumas dinâmicas são citadas com finalidade de trabalhar o ser social e a inclusão bem como os medos, o preconceito, a auto confiança enfim trabalham o ser como um todo, um ser real e perfeito capaz de se auto dominar.
Citarei algumas delas abaixo, para que sirvam de norteadoras e inspiração para os educadores que acreditam que precisamos ser diferentes para que consigamos alcançar nosso aluno de forma a adicionar as suas vidas.

São elas:

1ª Dinâmica do desenho

Dispor a turma num círculo grande e pedir para desenharem a si mesmos num papel escrevendo ao lado dos olhos as três coisas que mais gostaria de ver, ao lado da boca as tres coisas que mais gosta de falar, Ao lado dos ouvidos as três coisas que mais gostaria de ouvir, ao lado das mãos as três coisas que mais gosta de fazer e ao lado dos pés as três coisas que mais gostaria de pisar pois são as que vc mais detesta.
Após o término do desenho com as três coisas do lado que cada parte do corpo, cada um que desejar fala um pouco sobre seu desenho e suas escolhas, perguntar a todos o que acharam? Se foi difícil ou fácil se desenhar e descrever tais coisas.
Desenvolver um debate de auto-conhecimento.
Esta dinâmica é fundamental para que haja auto-conhecimento.

2ª Dinâmica de grupo para iniciar reuniões.

Formar duplas e pedir para que perguntem um ao outro o que ambos gostam mais de fazer, o nome, profissão, dados pessoais e profissionais para conhecer o outro melhor e por ultimo perguntar o que ele nunca falaria a alguém num primeiro encontro.
Abrir um círculo grande e pedir que um apresente o outro da dupla para a turma do círculo dizendo então o que acharam da dinâmica e o que o outro falou. Funciona com o objetivo principal de conhecimento do companheiro de dupla e para que se quebre o gelo caso seja uma reunião ou debate onde poucos ou quase ninguém se conhece.

3ª Dinâmica para trabalhar a sexualidade em salas de adolescentes ou em turmas onde aulas sobre sexualidade são exigidas.

Formar um grande círculo e distribuir num primeiro momento um papel para cada um bem dobrado e pedir que não olhem e guardem-no até o fim da dinâmica a ser efetuada.
Pedir que todos se levantem e formem pares, coloque um forró e peça que dancem entre si, trocando os pares ao seu sinal. Após descontrair bastante e tocar uma música inteira peça que todos voltem aos seus lugares e olhem seus papeis. Muitos estarão em branco mas um estará com uma bolinha vermelha que simbolizará doenças sexualmente transmissíveis e outro com uma bolinha preta que simbolizará a AIDS, perguntar aos que estão com esses papeis quem seriam os seus companheiros de dança e identificar quantos foram contaminados. Assim iniciar uma discursão sobre doenças sexualmente transmissíveis e como se dá a contaminação.
O objetivo principal dessa dinâmica é abordar em meio a uma brincadeira um debate sobre transmissão, prevenção e tudo que ingloba doenças sexualmente transmissíveis.

4ª Dinâmica do abrigo subterrâneo.

Entregar uma folha como a que se segue:

ABRIGO SUBTERRÂNEO
Imaginem que nossa cidade está sob ameaça de um bombardeio. Aproxima-se um homem e lhes solicita uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode acomodar seis pessoas. Há doze que pretendem entrar. Abaixo há uma relação das doze pessoas interessadas a entrar no abrigo. Faça sua escolha, destacando seis somente.
( ) Um Violonista, com 40 anos de idade, narcotico viciado;
( ) Um advogado, com 25 anos de idade;
( ) A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair do manicômio.Ambos preferem ficar juntos no abrigo ou fora dele;
( ) Um sacerdote, com idade de setenta e cinco anos;
( ) Uma prostituta, com 34 anos de idade;
( ) Um ateu, com 20 anos de idade, autor de vários assassinatos;
( ) Uma universitária que fez voto de castidade;
( ) Um físico, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no abrigo se puder levar consigo a sua arma;
( ) Um declamador fanático, com 21 anos de idade;
( ) Uma menina com 12 anos de idade e baixo QI;
( ) Um homossexual, com 47 anos de idade;
( ) Uma débil mental, com 32 anos de idade, que sofre ataques epiléticos.

Após entregar os papeis com o tema acima e as alternativas descritas, pedir que individualmente façam rapidamente as escolhas num curto período de tempo.
Em seguida pedir que a turma forme grupos e entrem em consenso sobre os seis escolhidos para o abrigo.
Abrir o círculo e comentar sobre a escolha dos grupos e sobre os motivos pelos quais as escolhas foram feitas.
O objetivo principal é trabalhar em grupo as escolhas individuais e em grupo e o preconceito que gira em torno de cada uma delas.

5ª Dinâmica de atenção

Pedir que a turma forme grupos de cinco ou seis.
Pedir aos alunos que escolham uma música que todos saibam cantar e de preferência que saibam a letra toda ou quase toda.
Após algum tempo, pedir que os grupos fiquem de pé e se posicionem uns de frente para os outros formando um grande círculo. Peça que todos cantem juntos suas músicas escolhidas, depois de alguns segundos peça que parem e pergunte aos grupos se eles identificaram que músicas os outros grupos cantaram.
Pedir que se sentem todos e que permaneçam juntos no círculo só que agora sentados.
Em seguida grupo por grupo, peça que cantem as músicas um por vez e quem souber pode acompanhar cantando.
Após todos cantarem suas músicas colocar em pauta o debate sobre atenção e sobre a importância de se ouvir o próximo, de se fazer silencio na hora certa e de atenção em vários momentos de nossa vida.

6ª Dinâmica da Ponte

Num primeiro momento conte a história para a turma.

“A Ponte”

Uma mulher estava na casa de um amigo. 11 horas da noite ela falou para o amigo:
─ “Querido amigo, preciso ir embora. Meu marido chega em casa meia noite e quero estar em casa quando ele chegar”.
Se despediram. Para chegar em casa, a mulher tinha que atravessar uma ponte. Ao se aproximar da ponte, ela viu um louco com uma faca na mão e voltou para casa do amigo.
─ “Querido amigo, tem um louco com uma faca na mão na ponte, estou com medo de atravessar. Você pode me ajudar?”
─ “Desculpe querida amiga, mas não posso ser visto com você a essa hora”.
A mulher sai da casa do amigo novamente e vê um senhor, um transeunte e fala:
─ “Senhor, por favor, eu preciso atravessar a ponte para chegar em casa e tem um louco com uma faca na mão na ponte. O senhor pode me ajudar?”
─ “Sinto muito moça, mas não tenho nada ver com isso.”
A mulher foi então atravessar a ponte e foi encontrada morta no outro dia.

Após contar a história pergunta-se a turma: Qual a ordem dos culpados?
Então a seguir executa-se uma das alternativas a seguir.
a) Dividir o grupo em grupos de 5 ou 6 pessoas. Duas pessoas de cada grupo saem da sala e devem convencer seu grupo de que sua idéia é a correta, a melhor ordem. O grupo deve qual a idéia que irão aceitar, e qual idéia irão rejeitar.
ou
b) Dividir o grupo em grupos de 4 ou 5 pessoas. Uma pessoa de cada grupo sai da sala e ao voltar deve convencer seu grupo que sua ordem é a melhor, a correta. O grupo deve rejeitar a idéia a princípio. Num segundo momento o grupo deve tentar achar um consenso.
Discutir com o grupo todo – discussão geral (diferenças, rejeição, argumentação, consenso, histórico, vidas diferentes, preconceitos, julgamentos, “amoladores de facas”, trabalho em equipe...)

7ª Dinâmica do origame

Coloca-se um, balde no centro de uma sala e dispõe-se das cadeiras de maneira que fiquem em círculo e que o balde ou bacia grande fique no meio dele.
Entrega-se para cada participante um origame diferente pedindo então que cada um vá até o centro e coloque seu origame na água e o observe sempre que possível.
Comece então a reunião que deve de alguma forma abordar as diferenças e o respeito ao tempo de aprendizado ou até mesmo o tempo pessoal de cada indivíduo em seu desenvolvimento. Enquanto se dá a reunião os origames vão se abrir sozinhos na água uns de forma rápida e outros de forma bem devagar. Alguns nem conseguem se abrir. Isso serve para que ao finalizar a reunião se conclua que o mais importante não é forçar o desenvolvimento nem a abertura dos origames ou pessoas, é respeitar pois cada um tem seu tempo certo para se desenvolver e desabroxar. Afinal tudo na vida tem seu tempo. Pode-se contar tb a história do menino e da borboleta entre outras dinâmicas para que se tenha mais atenção ao desenvolvimento pessoal e individual de cada ser.

Creio que o verdadeiro professor e regente de turma deve ser criativo e utilizar-se de meios dinâmicos afim de alcançar seu objetivo, e nada melhor para que isso ocorra do que trabalhar o indivíduo com a finalidade de lhe trazer maior autonomia, e segurança, auto confiança e força para ser diferente.
O verdadeiro professor educa com amor e pensando no ser como um todo, e não como um papel em branco onde ele pinta sua obra de arte como deseja.
Somos bem mais que folhas vazias e limpas, somos seres únicos e dignos de sermos diferentes, não temos que ser a imagem de ninguém cada ser tem seu valor e por esse motivo merece atenção diferenciada e de forma única.

Pensem nisso e aproveitem pra modificarem suas aulas e reuniões, começando por trabalhar o ser como um todo que se cria cidadãos e geram-se personalidades únicas e prontas para o social dos dias atuais.

Convite para a Jornada de Educação.

II JORNADA DA EDUCAÇÃO “DESAFIOS DA CONTEMPORANEIDADE”

Queridos leitores e amigos perdoem minha ausência mas agora recomeçarei as postagens semanais no blog começando pelos textos da enquete.
Mas antes de reomeçar as postagens textuais, deixo aqui um convite a todos.
Haverá na Faculdade interativa COC que fica na Reta da Penha em frente ao Carrefour um evento com participação de alguns nomes, mestres em educação como Cappovila, e outros, II Jornada da Educação “Desafios da Contemporaneidade” nos dias 16 e 17 de Outubro, sendo dia 16 das 19:30 as 22:30hs (sexta-feira) e dia 17 das 8:30 as 12:00 e de 14:30 as 18:00hs (Sábado).
O evento é gratuito, aberto ao público e terá certificado de participação (separado por palestra).
A programação será divulgada ainda esta semana, pois estamos aguardando a confirmação de um palestrante.
Contamos com a participação de todos e assim que for divulgada a programação eu a inserirei aqui.

Aguardo vcs lá.
Bjs e até breve.

04 setembro 2009

Convite especial para os interessados na área de educação.



Aguardo o comparecimento de todos, afinal, nosso mundo está em constante modificação e a inclusão está cada dia mais presente em nossas escolas e vida social. Participe dessas mudanças com consciência e ações.
Mudar é um começo de uma vida cheia de surpresas, e pensando nisso que devemos focar no diferente, o diferente não é um desafio é parte de nós.

Pensem nisso!!! e até lá.
A palestra será ministrada online no COC da Reta da Penha, em frente ao Carrefour de Vitória.
Qualquer dúvida entrem em contato comigo. Eu estarei lá.

27 junho 2009

Reflexão sobre o texto: Do mestre, com carinho. ( Clayton Levy).



“Quais contribuições a psicologia traz na formação do professor.”

Creio que com relação ao texto pode-se afirmar que, o verdadeiro professor deve ter bem mais que conhecimento da matéria a ser ensinada, material de pesquisa e aplicação para ser fornecido, aulas criativas e boa formação para que tudo isso seja benéfico para o bom andamento da aula e do nosso objetivo principal enquanto educadores que é a realização do ensino/aprendizagem.
A psicologia por sua vez traz ao professor uma real contribuição para que a metodologia diferenciada e criativa, a observação e a ação estejam juntas no processo da construção do saber.
Tais contribuições nos arrebatam a tentar explicar o verdadeiro sentido da afetuosidade em sala de aula, da importância que um professor tem na vida de um aluno, da veracidade da palavra proferida em sala, do amolador de facas existente em cada um de nós.
O verdadeiro mestre não é aquele que é bonzinho sempre, e que usa da afetuosidade para educar, mas aquele que sabe bem observar o ser humano como um todo complexo e único, como ser racional e portanto livre para pensar e deduzir o que desejar, usando ou não o que lhe é ensinado na vida ou em sala de aula.
A relação afetiva deve sim ser colocada em sala de aula como prática, não por “pena”ou pela história de vida do aluno que está ali a sua frente, mas por respeito ao ser humano, e sua racionalidade independente da idade que esse indivíduo tem.
Devemos considerar as experiências de cada um, o seu individualismo e observar suas necessidades e desejos.
Um professor amável e cordial conquista confiança do aluno e tem mais facilidade de ter seu conteúdo (matéria) compreendido ao estar diante de uma sala mista com diferentes culturas, desejos e vivencias.
Esta ligação com o mestre é importante para que ao invés de pavor da matéria a ser ensinada o aluno tenha gosto em estudar e se interesse mais pelo que lhe é exposto.
O afeto não deve ser transferido para o lado pessoal, mas sim para o lado humano, tratar o outro com respeito, compreender as diferenças, conviver com transformações, e usar do seu conhecimento pessoal de vida para que tudo isso se torne harmonioso é um princípio que deve ser observado por cada professor, seja ele recém formado ou antigo na profissão.
Quando digo que, é mais importante ser um educador afetuoso do que apenas um educador, refiro-me ao texto que deixa claro esta importância e há um caso que aconteceu recentemente comigo.
Ilustrando meu pensamento cito agora o que aconteceu em partes.
Fui a uma escola pública para fazer um estudo de caso onde eu deveria clinicamente avaliar uma criança que segundo os pedagogos da escola e sua professora, tinha dificuldades sérias de aprendizagem.
Trabalhei com a criança observando, avaliando e fazendo atividades para comprovar tais dificuldades indicadas durante aproximadamente 3 meses.
Mas na minha observação em sala e durante o intervalo percebi que o professor ela maravilhoso, segundo a direção da escola onde ele lecionava, tinha muita experiência, era formado em pedagogia, havia feito cursos de metodologias e era bem qualificado para o cargo que atuava.
Infelizmente apesar de toda a bagagem profissional e literária do professor ele não demonstrava afetuosidade pelos alunos, era rude, colocava-os sempre que podia de castigo, gritava com as crianças e pra completar inseria rótulos em cada um deles. O aluno em questão era reservado e quase não falava mas, era um menino ativo que gostava muito de matérias que ele se saia bem, tinha boas notas e após a avaliação percebi que o problema não estava no aluno mas na metodologia do professor que destruía os alunos em sua essência com seu mau humor e com a transferência dos problemas pessoais para as crianças.
Tal professor tinha mais de 28 anos de profissão, mas raramente demonstrava afeto verdadeiro com os alunos, sempre que podia os chamava de burros e brigava com eles quando desejavam se manifestar nas aulas com duvidas, dizendo que eles eram uns retardados e que não explicaria de novo.
Creio que, é exatamente sobre isso que o texto em questão trata, e é por isso que acredito que a psicologia deveria ser uma matéria bem mais profunda na formação do educador do futuro.
Esta criança quando eu apliquei metodologia diferenciada e o ajudei a ser mais espontâneo não tendo medo de perguntar quando tive-se duvidas, mudou em casa, e visivelmente melhorou na escola, pois passou a ter prazer em aprender mas sempre dizia “não gosto da tia lá da sala dando aulas porque ela briga muito e fica só gritando”.
O professor afetuoso ama sua profissão, busca sanar dúvidas, utilizar-se de criatividade para dar suas aulas, observa seus alunos, se especializa e sobre tudo vê seu aluno como um indivíduo que merece respeito independente da idade que tem, o vê como um ser com sua bagagem sociocultural, e individual única.
Ensinar torna-se então não somente uma tarefa a ser executada, mas algo mais amplo.
Sendo assim, creio que o processo cognitivo depende diretamente da influência do meio e da metodologia imposta pelo educador no processo ensino/aprendizagem.
Casos como o citado acima acontecem todo o tempo, e para que isso diminua ou seja abolido, é importante conscientizar o educador da importância de se conhecer o ser como um todo pensante e vivente que tem suas próprias condutas e convicções, que bem mais que orgulho e prepotência o educador deve ter respeito e afetuosidade para que sua aula seja bem vista e ele receba de volta o fruto do amor e do respeito plantados com tal sucesso no coração do seu aprendiz.

Parece inacreditável nos dias atuais que tenhamos profissionais como a professora citada, mas infelizmente ainda é uma realidade.

Sejam diferentes, façam por amor e assim tudo será muito melhor, pensem que a criança que está na sua frente está em construção de sua personalidade e do saber, vc tem a arma na mão, pode mata-la ou orienta-la... decida!!! Crie um sábio ou um assassino.

Lembrem-se a vida é feita de escolhas e todas elas tem consequências, se são boas ou ruins, isso só depende da ação que as precede.

QUAIS CONTRIBUIÇÕES A PSICOLOGIA FORNECE PARA A COMPREENSÃO DO HOMEM COMO SER SOCIAL E SUA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO?



O homem é um ser psicológico por natureza.
A psicologia é o estudo da alma, sendo assim nos possibilita a conhecer o mundo a nossa volta e a nós mesmos, quando paramos para observar o que há ao nosso redor.
O homem é um ser social, mesmo que sua natureza o incentive a introspecção, no fundo de seu ser ele compreende e tem uma real busca pelo "companheiro", e pela sua inserção na sociedade em que vive, mesmo que essa inserção seja discreta e quase imperceptível.
Ao começar sua caminhada na construção do conhecimento o homem busca no meio em que vive respostas para suas dúvidas, busca no outro e no ambiente o que precisa para sanar seus medos a respeito do mundo e de si mesmo, e é exatamente aí que a psicologia nos ajuda, pois nos permite explicações sobre o que somos e como podemos ser mais completos, nos possibilita abrir nossa mente para coisas novas, para novas perspectivas, enfim, nos possibilita refletir sobre o que conhecemos e o que podemos conhecer.
Abre-se então um leque de desejos e possibilidades, de anseios, dúvidas e realizações, daí torna-se possível o "sonhar"que move o homem social a novas conquistas e aquisições de conhecimento.
O meio social é importante para que essa construção ampla e completa. Nós temos a predisposição genética para tais aprendizados mas, o meio que vivemos, a sociedade, e nosso convívio com o outro nos fazem desenvolver nosso potencial de maneira única e individual, mesmo que estejamos em contato com o outro (na sociedade).
A maior e principal contribuição que a psicologia nos deu para que sejamos seres sociais e possamos construir nosso saber foi, nos tirar da "caverna" de nós mesmos nos possibilitando assim a conhecermos mais além do que imaginamos.
Tal contribuição que foi dada ao longo do tempo por diversos estudiosos nos permitiu que pudessemos quebrar a barreira do tempo trazendo para nossa vida atual conceitos e novas dúvidas a serem sanadas com ainda mais estudos.
A psicologia não somente nos permitiu ver o mundo de uma forma mais discriminatória, mas também nos possibilitou avaliarmos o que somos e desejamos fazer conosco e com os outros (comportamentalmente) num futuro não muito distante.
Afinal uma das mais sábias frases da vida nos arremete para que "conheçamos a nós mesmos", e é por isso que podemos dizer que somos seres completamente voltados ao psicológico e ao social, sendo na construção do saber ou na convivência com o outro, ou até mesmo quanto a vida.

Nós enquanto educadores devemos nos ater a essa corrente de pensamento e nos permitir aprender bem mais que ensinar....

Tais pensamentos e correntes vc encontrará nos textos:

Revista da Faculdade de Educação vol.24 n.2 São Paulo July/Dec. 1998
A psicologia na educação: dos paradigmas científicos às finalidades educacionais(Marcus Vinicius da Cunha)

A PSICOLOGIA E A FORMAÇÃO DOCENTE: UMA CONTRIBUIÇÃO DO SOCIOCULTURAL CONSTRUTIVISMO (Mírian Barbosa Tavares Raposo)

Caso desejem ler os textos terei prazer em posta-los, é só me mandarem um e-mail solicitando-os.

Beijos e em todos e pensem no que acabaram de ler...a alma humana é um labirinto maravilhosamente perfeito, onde podemos perder muitos sentimentos e ahar outros de igual constância e poder.

07 junho 2009

Indicação de Livros.



Conforme prometido estão aqui algumas indiações básicas para que conheçam mais seus alunos e as pessoas a sua volta.
Geralmente não damos muito valor as pequenas ações, desenhos e gestos mas vale mencionar que são exatamente essas ações, esses desenhos e esses gestos que nos mostram um caminho a seguir no intuito de educar ou até mesmo de nos relacionar com o grupo o qual estamos inseridos.
É importante ao pedagogo e professor que ele leia bastante a respeito da personalidade do outro, estude mais sobre omportamentos infantís e valvulas de esape muitas vezes utilizadas e impereptíuveis por muitos profissionais.
A criança é um ser fantástico e nos mostra o que ela sente e deseja de formas variadas por esse motivo que preisamos nos ater a identificação de dificuldades de aprendizagem ocultas e de pedidos de socorro, que por muitos momentos se mascaram e são failmente detectados através da letra e do desenho infantil.
Estes livros que estou indicando são a base para que o olhar muitas vezes oculto do professor seja mais amplo e claro dando caminhos a seguir nessa nossa longa jornada pela educação.
O ensino aprendizagem se liga a vida pessoal e ao que perebemos a todo momento do mundo a nossa volta, sendo assim é importante termos alguns livros em nossa bibliotea pessoal afim de mudarmos nosso olhar e direcionarmos nossas ações com a intenção clara de realmente sermos eduadores completos e não apenas meros transmissores de conhecimento.
Tenham uma boa leitura e em breve postarei mais alguns livros extremamente importantes e interessantes para que possamos juntos continuar nossa caminhada pelo ensino/aprendizagem.

São eles:



Necessidades Educacionais Específicas (Eugênio Gonzalez)

Descrição: Este livro foi pensado para ser um material de apoio tanto no ambiente escolar quanto no familiar. Direcionado aos pais e professores que lidam diretamente com alunos que têm necessidades educacionais específicas, esta obra é um valioso guia para qualificação da prática docente-discente.
Partindo da perspectiva dos próprios pais e alunos, Necessidades educacionais específicas ajuda a solucionar a problemática educacional, social e vivencial desses jovens e de suas famílias.




Dificuldade de Aprendizagem de A a Z. (Smith e Strick)

Descrição:
Corinne Smith e Lisa Strick oferecem um guia abrangente para as causas, a identificação e o tratamento das dificuldades de aprendizagem. Você irá aprender como estes pequenos distúrbios podem ter impacto significativo.



A criança e seu desenho. (Philippe Greig)

Descrição:
Nesta obra, Philippe Greig renova a compreensão da evolução do desenho da criança, dos primeiros rabiscos às pequenas composições, de sua idade de ouro ao esgotamento na adolescência. Elucida, apoiado em ilustrações, o nascimento da figuração, seguido do progresso do esquema corporal e da diversificação de temas. O autor mostra como esse desenvolvimento gráfico da criança traduz o impulso conjugado da afeição aos seus próximos e da afirmação de si como sujeito sexuado. Esse duplo movimento que se enraíza ali prolonga-se na expressão humana da escrita e da arte: correspondências entre evolução do desenho da criança e história da arte embrenham o autor em uma reflexão sobre a criação e o gosto, longe de idéias recebidas. Fundamentada em uma vasta bibliografia, que inclui os estudos já clássicos e os trabalhos mais atuais sobre esse tema, esta obra é fruto de um extenso levantamento realizado pelo autor, de um lado, por meio de suas consultas, onde se mesclam a atenção clínica e uma ampla utilização do desenho, e, de outro, mediante a observação da produção anual completa de classes de educação infantil. Graças à sua importante iconografia, cuidadosamente selecionada, constitui um verdadeiro atlas do desenho infantil.




Dificuldade de aprendizagem e intervenção psicopedagógica.(Jesus Nicasio)

Descrição:
Este livro apresenta pesquisas que se desenvolveram nos últimos anos e contribuiram para o desenvolvimento da psicopedagogia, que está se firmando como uma área do conhecimento importante na melhora da qualidade de vida das pessoas.



O corpo fala.(Pierre Weil)

Descrição:
O livro tenta desvendar a comunicação não-verbal do corpo humano, primeiramente analisando os princípios subterrâneos que regem e conduzem o corpo. A partir desses princípios aparecem as expressões, gestos e atos corporais que, de modos característicos estilizados ou inovadores, expressam sentimentos, concepções, ou posicionamentos internos. Acompanham 314 ilustrações.

"SÃO 5 LIVROS INTERESSANTES E MUITO ÚTEIS NO QUE TANGE NOSSO CAMINHO PELO BEM EDUACIONAL DE NOSSOS ALUNOS. CADA UM DELES NOS DETALHA MOMENTOS IMPORTANTES DA PERSONALIDADE INFANTIL E POR ESSE MOTIVO NOS MOSTRA UMA MANEIRA DE OLHAR DIFERENCIADAMENTE PARA ELES."

"O VERDADEIRO EDUCADOR É AQUELE QUE OLHA ALÉM DO OLHAR FÍSICO E PERCEBE QUE BEM MAIS QUE CRIANÇAS, HUMANAS É O QUE SÃO."

BEIJOS E BOA LEITURA.